DISFUNÇÃO DA SUPERFÍCIE OCULAR RELACIONADA AO USO DE TELAS DIGITAIS: UMA REVISÃO ATUALIZADA

Autores/as

  • Lorena de Fátima Freitas de Lima Autor/a
  • Paula Simone Arruda de Freitas Autor/a
  • Julia Buosi Autor/a
  • Igor Leão Martins Autor/a
  • Pedro Henrique de Souza Figueiredo Autor/a
  • Ana Paula Silveira Marcondes Fernandes de Deus Autor/a
  • Laís Duran Gomes Autor/a
  • Millene Vieira Maruo Autor/a
  • Eduardo Berti Alvizi Autor/a
  • Maria Clara Alves Santos Autor/a
  • Marcelo Augusto Gomes de Melo Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/MedCientifica-134

Palabras clave:

Olho Seco, Superfície Ocular, Telas Digitais, Fadiga Ocular, Saúde Ocular

Resumen

A disfunção da superfície ocular, frequentemente manifestada como síndrome do olho seco, tem apresentado aumento significativo nas últimas décadas, acompanhando a crescente exposição a dispositivos digitais. O uso prolongado de telas está associado à redução da frequência de piscar, aumento da evaporação do filme lacrimal e instabilidade da superfície ocular, fatores que contribuem diretamente para o desenvolvimento de sintomas oculares. O presente estudo tem como objetivo analisar a relação entre o uso de dispositivos digitais e a ocorrência de disfunção da superfície ocular, bem como seus impactos clínicos. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, baseada em artigos científicos nacionais e documentos institucionais. Os achados demonstram que a prevalência de sintomas relacionados ao olho seco pode atingir até 50% dos indivíduos que utilizam telas por períodos prolongados, sendo mais frequente em estudantes e profissionais expostos diariamente a computadores e smartphones. Entre os principais sintomas destacam-se ardor, sensação de corpo estranho, olho vermelho e fadiga visual. Além disso, fatores ambientais, como uso de ar-condicionado e baixa umidade, podem agravar o quadro clínico. Conclui-se que o uso intensivo de dispositivos digitais representa importante fator de risco para disfunção da superfície ocular, sendo fundamental a adoção de medidas preventivas, como pausas regulares, ajuste ergonômico e educação em saúde ocular, visando reduzir o impacto dessa condição na qualidade de vida.

Publicado

2026-04-09

Cómo citar

de Lima, L. de F. F. . ., de Freitas, P. S. A. ., Buosi, J. ., Martins, I. L. ., Figueiredo, P. H. de S. ., de Deus, A. P. S. M. F. ., Gomes, L. D. ., Maruo, M. V. ., Alvizi, E. B. ., Santos, M. C. A. ., & de Melo, M. A. G. . (2026). DISFUNÇÃO DA SUPERFÍCIE OCULAR RELACIONADA AO USO DE TELAS DIGITAIS: UMA REVISÃO ATUALIZADA. Anais Eventos. https://doi.org/10.56238/MedCientifica-134