TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO: ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E GENÉTICOS

Autores/as

  • André Marcelo Lima Pereira Autor/a
  • Alba Regina de Abreu Lima Autor/a
  • Jessica Gisleine de Oliveira Autor/a
  • Ian Vilas Boas Covizzi Autor/a
  • Lígia Lima Morandim Autor/a
  • João Renato Villas Bôas Autor/a
  • Júlia Vilas Boas Covizzi Autor/a
  • Rafael Alves de Oliveira Autor/a
  • Djefferson Elsenbach Autor/a
  • Pedro Henrique da Silva Liberato Autor/a
  • Uderlei Doniseti Silveira Covizzi Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/MultiCientifica-104

Palabras clave:

Autismo, Desenvolvimento Neurológico, Genes Autismo, Epigenética Autismo

Resumen

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits persistentes na comunicação e na interação social, associados a padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. O presente estudo tem como objetivo apresentar uma revisão sobre os principais aspectos conceituais, clínicos e genéticos relacionados ao autismo, destacando avanços científicos que contribuíram para ampliar a compreensão do transtorno. Ao longo do tempo, a concepção do autismo passou por mudanças importantes, sendo atualmente compreendido como um espectro que envolve diferentes níveis de manifestação e necessidade de suporte. Clinicamente, o TEA manifesta-se desde a primeira infância e pode incluir dificuldades na comunicação verbal e não verbal, prejuízos na interação social, comportamentos estereotipados, interesses restritos e alterações sensoriais. A identificação precoce do transtorno é considerada fundamental, pois possibilita intervenções terapêuticas mais eficazes e favorece melhores resultados no desenvolvimento cognitivo, social e comunicativo do indivíduo. No campo da genética, pesquisas recentes indicam que o TEA possui forte componente hereditário, envolvendo múltiplos genes associados ao desenvolvimento e funcionamento do sistema nervoso. Variantes genéticas raras e comuns, mutações espontâneas e alterações epigenéticas contribuem para a heterogeneidade clínica observada entre os indivíduos no espectro. Além disso, fatores ambientais podem interagir com a predisposição genética, influenciando o risco de desenvolvimento do transtorno. Dessa forma, o TEA deve ser compreendido como uma condição multifatorial e complexa, cuja investigação contínua é essencial para ampliar o conhecimento sobre seus mecanismos biológicos, aprimorar estratégias diagnósticas e desenvolver intervenções terapêuticas mais eficazes.

Publicado

2026-03-18

Cómo citar

Pereira, A. M. L. ., Lima, A. R. de A. ., de Oliveira, J. G. ., Covizzi, I. V. B. ., Morandim, L. L. ., Bôas, J. R. V. ., Covizzi, J. V. B. ., de Oliveira, R. A. ., Elsenbach, D. ., Liberato, P. H. da S. ., & Covizzi, U. D. S. . (2026). TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO: ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E GENÉTICOS. Anais Eventos. https://doi.org/10.56238/MultiCientifica-104