DIAGNÓSTICO DO CÂNCER COLORRETAL: DA TRIAGEM POPULACIONAL À CONFIRMAÇÃO HISTOPATOLÓGICA

Autores/as

  • Clicia Santana da Silva Campos de Mello Autor/a
  • Lara Rangel Tavares Autor/a
  • Ataiane Gomes Freitas Tavares Autor/a
  • Carla Côrtes Costa Ribeiro Autor/a
  • Alan Ribeiro Alves Martins Autor/a
  • Maria Eduarda de Almeida Barreto Autor/a
  • Matheus Maciel Araújo Borges da Silva Autor/a
  • Ryan Rafael Barros de Macedo Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/MedCientifica-115

Palabras clave:

Câncer Colorretal, Diagnóstico, Triagem, Biomarcadores, Medicina de Precisão

Resumen

O câncer colorretal (CCR) é a terceira neoplasia maligna mais diagnosticada e a segunda principal causa de mortalidade global. Este estudo de revisão bibliográfica narrativa sintetiza e discute os avanços nos protocolos diagnósticos e terapêuticos do CCR. A pesquisa sistemática nas bases de dados PubMed e Google Scholar (2024-2025) focou em "Colorectal Cancer," "Diagnosis," e "Treatment." Os resultados demonstram uma transição dos rastreamentos tradicionais baseados em idade/histórico familiar para uma medicina de precisão, molecularmente orientada. Na triagem populacional, a integração de biomarcadores proteômicos (ProS), genômicos (PRS) e metabolômicos plasmáticos (com AUC de até 0,92) mostra potencial para estratificação de risco e rastreamento precoce e personalizado, superando critérios etários. Para o estadiamento II, a aplicação de Inteligência Artificial (classificador STAR-CRC em TC) e marcadores patológicos (IRIS-CRC) permitiu reclassificar prognósticos com maior acurácia, otimizando a decisão da quimioterapia adjuvante. No tratamento, a confirmação molecular de mutações específicas é crucial: a combinação de Encorafenibe e Cetuximabe com mFOLFOX6 para CCR mutante BRAF V600E triplicou a sobrevida livre de progressão (12,8 meses) e dobrou a sobrevida global (30,3 meses). Para o KRAS G12C, Adagrasibe mais Cetuximabe alcançou 34% de resposta objetiva em pacientes pré-tratados. A biópsia líquida (ctDNA) emerge como ferramenta essencial para o monitoramento dinâmico da doença e da resistência adquirida. Em conclusão, a integração de genômica, proteômica e IA é imperativa para um manejo do CCR mais personalizado, preciso e eficaz.

Publicado

2026-02-26

Cómo citar

de Mello, C. S. da S. C. ., Tavares, L. R. ., Tavares, A. G. F. ., Ribeiro, C. C. C. ., Martins, A. R. A. ., Barreto, M. E. de A. ., da Silva, M. M. A. B. ., & de Macedo, R. R. B. . (2026). DIAGNÓSTICO DO CÂNCER COLORRETAL: DA TRIAGEM POPULACIONAL À CONFIRMAÇÃO HISTOPATOLÓGICA. Anais Eventos. https://doi.org/10.56238/MedCientifica-115