PERFIS CLÍNICOS E SOCIOCOMUNICATIVOS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: ESTUDO TRANSVERSAL EM SERVIÇO ESPECIALIZADO

Autores/as

  • Wellington Danilo Soares Autor/a
  • Daiane Ribeiro Oliveira Autor/a
  • Luciana Mendes Oliveira Autor/a
  • Mariana Rocha Alves Autor/a
  • Vinicius Dias Rodrigues Autor/a
  • Saulo Daniel Mendes Cunha Autor/a
  • Walter Luiz de Moura Autor/a
  • Daniel Antunes Freitas Autor/a
  • Alexandre Alves Caribé da Cunha Autor/a
  • Vivianne Margareth Chaves Pereira Reis Autor/a
  • Camila Ribeiro Ferreira Autor/a
  • Larissa Betania Lacerda Araújo de Carvalho Autor/a
  • Fernanda Mendes Oliveira Figueiredo Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.56238/MedCientifica-087

Palabras clave:

Transtorno de Espectro Autista, Inclusão Social, Interação Social, Crianças

Resumen

O Transtorno do Espectro Autista – TEA, definido como transtorno do neurodesenvolvimento, é caracterizado por “prejuízo” persistente na comunicação social recíproca e na interação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades, identificados nos primeiros anos de vida. O objetivo é descrever o perfil de crianças com TEA em um centro de atendimento na cidade de Montes Claros–MG. Trata de uma pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa e transversal. A amostra foi composta por 38 (trinta e oito) estudantes com diagnóstico de TEA, com idade entre 3 a 15 anos, de ambos sexos, em uma clínica de atendimento na cidade de Montes Claros - MG. O instrumento utilizado foram prontuários com dados pessoais e clínicos. Todos os dados foram inseridos em planilha no software Statistical Package for the Social Sciences – SPSS, versão 29.0 para Windows. Foi feita uma análise descritiva com valores de mínimo, máximo, média, desvio padrão, frequência real e absoluta.  Os resultados demonstraram uma predominância do sexo masculino (73,7%) e frequência escolar elevada (97,4%). A maioria apresentava comunicação verbal (57,9%) e interação social variando entre boa (44,7%) e limitada (50%). Comportamentos repetitivos estiveram presentes em 52,6% das crianças, e metade precisou de tempo para adaptar-se a mudanças. Apenas 34,2% demonstraram habilidades específicas. Os resultados permitem concluir que os estudos aplicados forneceram informações relevantes para o planejamento, tendo em vista que as crianças apresentam grande diversidade nos aspectos comunicativos, sociais e comportamentais, o que indica a necessidade de estratégias individualizadas de acompanhamento.

Publicado

2026-01-09

Cómo citar

Soares, W. D. ., Oliveira, D. R. ., Oliveira, L. M. ., Alves, M. R. ., Rodrigues, V. D. ., Cunha, S. D. M. ., de Moura, W. L. ., Freitas, D. A. ., da Cunha, A. A. C. . ., Reis, V. M. C. P. ., Ferreira, C. R. ., de Carvalho, . . . . . . . . . . . . L. B. L. A. ., & Figueiredo, F. M. O. . (2026). PERFIS CLÍNICOS E SOCIOCOMUNICATIVOS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: ESTUDO TRANSVERSAL EM SERVIÇO ESPECIALIZADO. Anais Eventos. https://doi.org/10.56238/MedCientifica-087