AUTÓPSIAS NA PATOLOGIA FORENSE – ENTRE AVANÇOS E TRADIÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.56238/MedCientifica-109Palabras clave:
Autopsia, Patologia, Imageamento ForenseResumen
A autópsia, um exame post mortem, desempenha um papel crucial nas ciências forenses e médicas, permitindo o esclarecimento das causas de morte e a investigação de condições patológicas. Tradicionalmente, a autópsia envolve a dissecção de órgãos para avaliação detalhada e tem sido uma ferramenta fundamental para o diagnóstico e aprendizado médico. No entanto, as taxas de autópsias convencionais têm diminuído significativamente, principalmente devido ao avanço de diagnósticos clínicos, regulamentações e custos, em contraponto, a autópsia médico-legal segue relevante. Nos últimos anos, novas modalidades de autópsia, como a autópsia virtual, têm emergido como alternativas promissoras. Nesse contexto, o objetivo do presente estudo é revisar as diferentes abordagens de autópsia, explorando os benefícios e limitações das diferentes autópsias no contexto forense e da patologia. A virtópsia utiliza tecnologias avançadas de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética post mortem, permitindo a avaliação não invasiva do corpo. Essas técnicas preservam a integridade do cadáver e têm se mostrado úteis em contextos diversos pela análise tridimensional e documentação de achados, porém possui suas limitações, muitas vezes, ligadas ao método de imagem. Outra modalidade de autópsia emergente é a autópsia molecular, ela tem se mostrado crucial na investigação de mortes súbitas, especialmente em jovens sem comorbidades. Esta pesquisa científica explora a autópsia quanto sua dualidade, tradição e modernidade, no avanço da patologia forense e nas práticas de justiça. Considerando a necessidade de um equilíbrio entre métodos tradicionais e modernos para uma abordagem mais completa e precisa das investigações post mortem.