ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NA PROMOÇÃO DA FUNCIONALIDADE E AUTONOMIA DE CRIANÇAS COM TEA
DOI:
https://doi.org/10.56238/IIMedCientifica-018Palavras-chave:
Transtorno do Espectro Autista, Tratamento, Fisioterapia, Atividades de Vida Diária, EscalasResumo
INTRODUÇÃO: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do desenvolvimento neurológico que implica nas condições motoras e sensoriais, tendo seu aparecimento logo nos primeiros meses de vida, afetando a comunicação, o cognitivo e a interação social da criança. OBJETIVO: Evidenciar a atuação fisioterapêutica no desenvolvimento e o desempenho no padrão motor e AVD’S da criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). METODOLOGIA: Foi realizado uma pesquisa do tipo observacional longitudinal com abordagem quantitativa. Aplicação de três questionários para caracterização da amostra e avaliação da independência funcional. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados evidenciaram uma predominância do sexo masculino, uma média de idade de sete anos e uma maior frequência de crianças com nível de suporte 1. Na escala Katz indicou uma dependência leve a moderada nas AVDs. Já na escala CARS demonstrou variabilidade nas pontuações, com pontuação inferior do ponto de corte. Observou-se alta frequência do uso de medicação e de terapias realizadas. Os achados reforçam a importância da fisioterapia na promoção da funcionalidade, mesmo com a limitação prévia de uma amostra pequena e a ausência da intervenção prática. CONCLUSÃO: Apesar das limitações, o estudo identificou dependência leve a moderada nas AVDs e variabilidade no comprometimento comportamental, destacando as limitações funcionais em crianças com TEA. Os achados reforçam a importância da fisioterapia na promoção da funcionalidade e da autonomia, embora a ausência de intervenção tenha limitado a análise dos efeitos do tratamento.