DESAFIOS NO DIAGNÓSTICO DA DIVERTICULITE AGUDA
DOI:
https://doi.org/10.56238/IIMedCientifica-007Palabras clave:
Diverticulite Aguda, Diagnóstico, Tomografia Computadorizada, Diverticulite Cecal, Desafios ClínicosResumen
Este estudo configura-se como uma revisão bibliográfica narrativa estabelecida para examinar as evidências científicas atuais acerca dos desafios no diagnóstico da diverticulite aguda, uma das condições gastrointestinais mais frequentes que resulta da inflamação de divertículos na parede do cólon. Aproximadamente 20% dos pacientes com diverticulose evoluem para a forma inflamatória ou hemorrágica, podendo levar a complicações graves como abscessos ou perfurações. A heterogeneidade clínica da doença é um desafio central, manifestando-se predominantemente no cólon esquerdo em populações ocidentais e no lado direito em asiáticas. Em grupos específicos, como crianças e idosos, os sinais são frequentemente atípicos ou mimetizam outras emergências abdominais, como a apendicite aguda, exigindo a integração criteriosa de exames. A metodologia envolveu a coleta de dados na base PubMed, utilizando os descritores "Acute Diverticulitis" e "Diagnosis". A Tomografia Computadorizada (TC) de abdome e pelve com contraste é estabelecida como o padrão-ouro para a confirmação diagnóstica e a classificação da gravidade (escalas de Hinchey ou WSES), sendo reforçada por marcadores laboratoriais como Proteína C Reativa elevada e leucocitose. Embora o diagnóstico clínico possa ser suficiente para pacientes com sintomas leves e recorrentes, a imagem contrastada é mandatória em episódios iniciais ou na presença de sinais de alarme para descartar complicações que exijam intervenção de emergência.