EVIDÊNCIAS ATUAIS SOBRE O USO DA MELATONINA NA INSÔNIA PRIMÁRIA EM COMPARAÇÃO AOS BENZODIAZEPÍNICOS

Autores

  • Valéria Goulart Viana Autor
  • Daniel Gomes Fialho Autor
  • Talyta Rodriguez Doratiotto Furia Autor
  • Ramon Brasileiro Duarte Autor
  • Felipe Dall Oglio Furlan Autor
  • Caio de Lima Ferreira Autor
  • João Eugênio Henrique Heidemann e Silva Autor
  • Patrícia Lemos dos Santos Autor
  • André Gustavo Sampaio Costa Autor
  • Katiucia Sá Silva Autor
  • Mariáh França Guimarães Meirelles de Paula Autor
  • Jackellyne Alves Peres Gomes Autor
  • Josinalva Pereira Souza Autor
  • Lucas Rezende Autor
  • Silvia Regina Maciel Fonseca Autor
  • Ana Carla Ribeiro Arrais Autor
  • Leonardo Franco de Almeida Autor
  • Zayan Vilela Cid Tavares de Oliveira Autor
  • João Pedro Reggi Autor
  • Leonardo Soares da Silva Autor

DOI:

https://doi.org/10.56238/MedCientifica-059

Palavras-chave:

Melatonina, Insônia Primária, Benzodiazepínicos, Terapia do Sono, Farmacologia Clínica

Resumo

A insônia primária é um dos distúrbios do sono mais prevalentes na população adulta, caracterizando-se pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, resultando em prejuízos significativos para a saúde, o desempenho cognitivo e a qualidade de vida. Os benzodiazepínicos e os agonistas dos receptores GABA-A, conhecidos como Z-drugs, são amplamente utilizados no tratamento farmacológico da insônia, porém seu uso prolongado está associado a tolerância, dependência e comprometimento cognitivo. A melatonina, hormônio endógeno responsável pela regulação do ciclo sono-vigília, tem sido estudada como alternativa terapêutica segura e fisiológica. Este estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas mais recentes sobre a eficácia e a segurança da melatonina e de seus agonistas melatoninérgicos em comparação aos benzodiazepínicos no tratamento da insônia primária. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, baseada em artigos publicados entre 2015 e 2025 nas bases PubMed, SciELO, ScienceDirect e Scopus. Os resultados demonstraram que a melatonina apresenta eficácia moderada na indução e manutenção do sono, com perfil de segurança superior e ausência de potencial de dependência, configurando-se como alternativa terapêutica adequada, especialmente para idosos e pacientes polimedicados. Conclui-se que a melatonina representa uma opção farmacológica promissora, eficaz e segura para o manejo da insônia primária, contribuindo para práticas clínicas mais racionais e alinhadas à medicina baseada em evidências.

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Publicado

2025-11-26

Como Citar

Viana, V. G. ., Fialho, D. G. ., Furia, T. R. D. ., Duarte, R. B. ., Furlan, F. D. O. ., Ferreira, C. de L. ., Heidemann e Silva, J. E. H. ., dos Santos, P. L. ., Costa, A. G. S. ., Silva, K. S. ., de Paula, M. F. G. M. ., Gomes, J. A. P. ., Souza, J. P. ., Rezende, L. ., Fonseca, S. R. M. ., Arrais, A. C. R. ., de Almeida, L. F. ., de Oliveira, Z. V. C. T. ., Reggi, J. P. ., & da Silva, L. S. . (2025). EVIDÊNCIAS ATUAIS SOBRE O USO DA MELATONINA NA INSÔNIA PRIMÁRIA EM COMPARAÇÃO AOS BENZODIAZEPÍNICOS. Anais Eventos. https://doi.org/10.56238/MedCientifica-059